18.2.13

Machadinha ou iPhone? Qual a maior inovação?



Qual a maior inovação?

inovação 768 (Foto: The British Museum e divulgação)
Se você acompanha ao menos de longe as novidades tecnológicas, é provável que tenha usado, nos últimos anos, um telefone celular capaz de acessar a internet, gravar vídeos e mostrar sua localização. Há grandes chances de você ter experimentado o Facebook, o Twitter e o YouTube. Mais recentemente, talvez tenha manipulado um tablet ou leitor de livros digitais. Essas invenções são todas úteis, divertidas e facilitam a vida. Mas você chamaria alguma delas de revolucionária? Compare-as com as façanhas tecnológicas esperadas desde o século passado, como colônias humanas em Marte e na Lua, missões tripuladas a Saturno, inteligência artificial, carros voadores acessíveis, androides que imitam humanos e expectativa de vida de 150 anos. Entre 1950 e 1968, essas conquistas foram imaginadas para o fim do século XX ou o início do século XXI por escritores de ficção científica e futurólogos como Arthur C. Clarke, Isaac Asimov, Ray Bradbury, Philip K. Dick, Herman Kahn ou Anthony Wiener. O ex-astronauta americano Edwin "Buzz" Aldrin resumiu bem a decepção com a tecnologia atual em novembro passado: "Eles me prometeram colônias em Marte, em vez disso eu tenho Facebook".
>> Alexander J. Field: "O carro teve mais impacto que o smartphone" 

Pode-se argumentar que a decepção manifestada por Aldrin se deve às previsões exageradas, e não às invenções atuais. Vale, então, compará-las a criações revolucionárias de períodos anteriores da história. Com poucos anos de intervalo, apareceram tecnologias como a caravela e a prensa (no século XV), a calculadora e a transfusão de sangue (século XVII), o telefone e a eletricidade residencial (século XIX), o avião a jato e a bomba atômica (século XX). Todas superam, em impacto, as invenções marcantes do século XXI – boa parte delas derivada do computador pessoal e da internet, duas crias do século passado. Com menos ironia e mais estatística do que Aldrin, pesquisadores começam a se perguntar: será que a humanidade sofre de uma crise criativa? O questionamento sobre a velocidade atual de inovação importa porque as inovações de ontem garantem o bem-estar de hoje. A humanidade vive mais e melhor, nossas crianças morrem menos, estudam mais e se alimentam melhor graças a períodos de inventividade que ocorreram décadas ou séculos atrás. Sem invenções de impacto, ficará mais difícil resolver problemas que ainda desafiam a humanidade, como mais de 1 bilhão de pessoas na pobreza, o aquecimento global ou a escassez de água potável.

>> O lado bom da dificuldade 

Há alguns anos, alguns estudiosos começaram a apontar sinais de esfriamento da criatividade. Entre os mais pessimistas está o cientista social Robert Gordon, da Northwestern University, dos Estados Unidos. Ele diz que o período de ouro no aumento na expectativa de vida nos EUA ficou lá atrás, na primeira metade do século XX. Pudera: num período de menos de quatro décadas, surgiram o aquecimento residencial elétrico, o tratamento da água encanada com cloro, a insulina, a vacina contra a tuberculose e a penicilina. A expectativa de vida hoje sobe muito lentamente, porque não houve evolução parecida nas últimas décadas – e, na visão de Gordon, não há sinal de nada parecido no futuro.

Peter Thiel, criador do PayPal e investidor do Facebook, e Garry Kasparov, ex-campeão mundial de xadrez, lançarão em março o livro The blueprint: reviving innovation, rediscovering risk, and rescuing the free market (numa tradução livre, O projeto: revivendo a inovação, redescobrindo o risco e recuperando o livre mercado). Nele, os dois argumentam que o colapso econômico recente de países desenvolvidos não é meramente culpa da crise financeira mundial. A culpa, dizem, é da estagnação na tecnologia e na inovação. Segundo Thiel e Kasparov, é improvável haver algum crescimento sustentável na produtividade sem mudanças radicais na política de inovação. Num debate com Kenneth Rogoff, professor de economia da Universidade Harvard e economista-chefe do FMI de 2001 a 2003, Kasparov afirmou que produtos como o iPhone 5 pouco aprimoram nossas capacidades. E disse que as bases da ciência da computação moderna foram instaladas na década de 1970. "Nós queríamos carros voadores. Em vez disso, temos 140 caracteres", diz Thiel, parafraseando Aldrin.

O economista Alexander Field, da Universidade Santa Clara, autor de A great leap forward: 1930s depression and U.S. economic growth (Um grande salto adiante: depressão dos anos 1930 e crescimento econômico dos EUA), se propôs a calcular algo parecido com a velocidade de inovação em diferentes períodos. Fez isso medindo quanto aumentou nos Estados Unidos, desde o século XIX, a eficiência no uso combinado de mão de obra, recursos naturais e dinheiro. Muitos fatores contribuem para que, num certo período, esses recursos limitados possam ser mais bem aproveitados e resultar em mais riqueza. Um fator fundamental é a inovação. Field concluiu que a produtividade cresceu nos EUA de forma bem veloz no fim do século XIX, na reta final da Revolução Industrial, quando o mundo era coberto por ferrovias, redes elétricas e cabos de telégrafo e telefonia. Depois, houve outro salto a partir de 1929. Ele marca o esforço americano de superação da Grande Depressão e da Segunda Guerra Mundial. A partir daí, veio a queda. "Nunca mais chegamos perto daquilo (o ritmo dos anos 30)", diz Field. "Aceleramos entre 1995 e 2005, muito por causa do forte avanço da tecnologia da informação, mas, recentemente, não estamos retornando nem para essas taxas." O economista Tyler Cowen, da Universidade George Mason, acredita que, a partir dos anos 1960, a inovação de produtos em geral se tornou mais lenta e passou a se concentrar em computadores e telecomunicações. "O resto da economia ficou bem estagnada", afirma ele no livro The great stagnation (2011).

Esse tipo de análise, feito por americanos, tem muito a ver com a crise global que explodiu em 2008 e com a lenta recuperação dos Estados Unidos. Não se pode dizer, porém, que o problema esteja restrito aos americanos. Alguns países europeus reconhecidos pelo poder de inovação, como Alemanha ou Finlândia, não têm tamanho para compensar a desaceleração americana. A partir dos anos 1960, países asiáticos passaram a ocupar um lugar de destaque no cenário tecnológico global. O primeiro deles foi o Japão. Depois, veio a Coreia do Sul. Mais recentemente, emergiram a China e a Índia. Todos esses países são grandes fabricantes de equipamentos e produtores de software. O Japão entrou, porém, num período de seca criativa desde os anos 1980. A Coreia do Sul encanta o mundo com a qualidade e o design de seus carros e eletroeletrônicos, mas não tem porte para substituir os Estados Unidos. A China dispara pedidos de patentes como uma metralhadora – foram 526 mil pedidos em 2011, mais que os 503 mil dos EUA e os 342 mil do Japão. Entretanto, esse volume impressionante pouco significa. Não houve nenhuma invenção chinesa recente com impacto global.

>> Lourenço Bustani: "O Brasil é um país muito curto-prazista" 

A metralhadora chinesa sugere um problema adicional: embora as patentes sejam corriqueiramente usadas como medição de inovação, o sistema em vigor está perdendo essa utilidade. Indivíduos e organizações vêm pedindo patentes mais por questões legais – para se defender ou atacar – e menos por critérios técnicos. A propriedade intelectual é essencial para quem inventa, mas o sistema atual de patentes e direitos autorais, em muitos aspectos, está ultrapassado. "Restrições excessivas podem inibir a recombinação de tecnologias", afirma Alex Mesoudi, da Universidade de Durham, no Reino Unido, antropólogo que estuda a história da inovação tecnológica. Field, da Universidade Santa Clara, também considera as normas restritivas demais. "Não podemos dar a ninguém um monopólio longo demais. Os efeitos negativos se tornam mais fortes que os positivos", afirma.

768 Inovações Grafico Criatividade v1 (Foto: Infografia Epoca)

Além do sistema de patentes, o próprio acúmulo de conhecimento pode se tornar um problema, até que aprendamos a lidar com ele. Segundo Mesoudi, a humanidade passa hoje mais tempo aprendendo o que já foi feito do que inovando. Ele calculou que, entre 1900 e 2000, aumentou em seis anos (de 32 para 38 anos) a idade em que ganhadores do Prêmio Nobel e cientistas de destaque concluem o trabalho fundamental de suas carreiras. Para Mesoudi, o problema do acúmulo de conhecimento poderá ser enfrentado no futuro com a abertura de novas áreas de especialização. Desde a Idade da Pedra (leia a linha do tempo abaixo), a especialização em determinadas atividades tem sido uma das principais fontes de inovação, com saltos de conhecimento que trazem benefícios para toda a humanidade.
>> O mundo ainda confia na Apple? 

Felizmente, há outros motivos para termos mais expectativas otimistas. O período atual de seca pode ser encarado como nada mais do que a gestação de uma nova era de inovações radicais. Para muitos pesquisadores, a humanidade está prestes a testemunhar um ponto de virada, com inovações importantes em campos como nanotecnologia e inteligência artificial. "Há muita coisa nova, como carros sem motoristas. Eles já existem e só precisam de ajustes de ordem legal", diz Cowen, da Universidade George Mason. Além disso, toda tecnologia leva períodos longos antes de se transformar em produtos que melhoram nossa qualidade de vida. "Tecnologias precisam de décadas para seu potencial ser todo explorado", afirma Field.

A eletricidade é um exemplo clássico. Ela levou 40 anos para ter efeitos positivos sobre a produtividade industrial americana. Introduzida em 1890, passou a ser adotada por metade das casas somente na década de 1920. Só começou a empurrar o crescimento econômico na década de 1930. Os computadores pessoais começaram a ser vendidos em 1977, nos Estados Unidos. As melhorias também demoraram a aparecer. Em junho de 1987, o economista Robert Solow, que viria a ganhar o Prêmio Nobel de Economia em outubro daquele ano, escreveu no jornal The New York Times: "Você pode ver a era do computador em todos os lugares, menos nas estatísticas de produtividade". A preocupação de Solow, apelidada de Paradoxo da Produtividade, só foi sanada anos depois. "Os efeitos do computador na produtividade americana começaram a aparecer nas estatísticas em 1995", diz Field.

768 Inovações Grafico Desaceleração v1 (Foto: Infografia Epoca)

Hoje, sabemos que a inovação tecnológica não é regular nem exponencial. E não segue um padrão cumulativo. Ao longo dos milênios, é possível que os seres humanos e seus ancestrais tenham perdido repetidas vezes o conhecimento que criaram. É o que diz Luke Premo, antropólogo evolucionista da Universidade Washington State, nos Estados Unidos. Há casos históricos: a China perdeu tecnologia naval preciosa no século XV; pelos séculos seguintes, teve de se submeter à superioridade dos europeus nesse campo. Recentemente, surgiu a denúncia de que a Nasa perdeu arquivos preciosos dos anos 1960 e 1970, auge da corrida espacial. Talvez seja essa a natureza da inovação: ela caminha de forma imprevisível. Em momentos anteriores da história, forças ameaçadoras como a Alemanha nazista e a União Soviética foram as catalisadoras da inovação. Ambas impulsionaram as democracias a inovar para se defender e atacar, fosse em guerra aberta, fosse num duelo de outro tipo, como a corrida espacial. Hoje, cada democracia enfrenta inimigos de outro tipo, como os limites orçamentários, barreiras à inovação.
>> Henrique Malvar, um dos profissionais de tecnologia mais influentes do mundo 

A noção de que períodos de seca criativa dão lugar a períodos inovadores tornou-se uma ideia mais bem elaborada no século XIX. Depois de observar que o enriquecimento das nações ocorria de forma oscilante, e não constante, economistas passaram a tentar explicar o mundo de acordo com ciclos. Um dos pioneiros foi o francês Clément Juglar, um médico que pegou gosto pelas ciências sociais. Ele afirmou, em 1860, que os níveis de emprego e investimento produtivo avançavam e recuavam dentro de períodos de sete a 11 anos. Juglar foi extremamente pretensioso ao tentar encaixar um fenômeno tão complexo numa regrinha matemática. Mas sua tentativa influenciou para sempre governos e economistas. Pensadores diversos propuseram a existência de ciclos de todos os tamanhos. Nos extremos, encontramos os microciclos de três anos sugeridos pelo estatístico britânico Joseph Kitchin, em 1920, e os superciclos com cinco décadas ou mais, defendidos pelo economista soviético Nicolai Kondratiev em 1925 – o pobre Kondratiev foi executado em 1938, por ordem de Stálin (o conceito de que o capitalismo se reergueria sucessivamente das crises não foi recebido com simpatia no governo soviético). Coube ao austríaco Joseph Schumpeter, em 1939, dar à inovação o papel de protagonista dos ciclos de prosperidade e empobrecimento das sociedades. Hoje, embora possamos contar com bonanças futuras, os economistas sérios desistiram de tentar adivinhar o tamanho dessas ondas. "Acredito que inovação humana funcione em ciclos, mas não acho que eles tenham uma periodicidade", afirma Field.

Não é fácil perceber a ocorrência desses ciclos em países como o Brasil. Ainda nos faltam condições básicas para que as inovações ocorram em grande escala – vastos grupos da população com educação de alta qualidade, mentalidade empresarial nas universidades, valorização da pesquisa nas empresas, continuidade de políticas públicas que incentivem a criação. "A inovação depende de fatores que se expandem e se retraem – ela não para nunca, mas muda de intensidade", diz o engenheiro e consultor Valter Pieracciani, ex-presidente da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e especialista no tema. "O Brasil ainda está numa fase infantil da construção desse ecossistema. Por isso, é difícil vermos esses altos e baixos." O período de incubação de uma boa ideia também é vital, e a cultura de longo prazo ainda é claudicante no Brasil. "Isso prejudica qualquer projeto ou ideia inovadora. Empresas e governos mudam seus planos constantemente", afirma Lourenço Bustani, sócio da consultoria de inovação Mandalah. O país teria muito a ganhar ao se preparar adequadamente para aproveitar um futuro ciclo de grandes inovações. Há muito a fazer até lá.

13.6.12

Como promover a memória do conhecimento






A IPLANRIO está preservando a história viva da informática

A memoria viva da organizações, museus, é forma avançada de comunicação. Entre as melhores práticas é a perpetuação e transmissão da cultura e valores organizacionais. O IPLAN RIO segue nessa direção.

Atari, walkman, disquete, zip disk, gravador de rolo. Essas e outras cerca de 300 preciosidades foram reunidas pela IPLANRIO para a criação do Espaço-Museu da Tecnologia e Informação, em 2007. A partir de 2010, a exposição tornou-se itinerante para levar às escolas, empresas e obras sociais, os equipamentos utilizados pelo homem na transmissão e armazenamento de conhecimento. Desde a utilização de pedras para contagem à convergência de mídias.
As peças, todas elas catalogadas, foram doadas em sua maioria por servidores. Érica Vital, assessora de comunicação da Iplan e servidora há 11 anos, é uma das responsáveis pelo projeto. Segundo ela, a exposição chama a atenção de pessoas de todas as idades. "Inclusive nós mesmos, aqui na Iplan, ficamos mexendo nas peças. Sempre descobrimos coisas novas. E quando vamos às escolas, a reação das crianças também é ótima. Elas vivem a experiência que seus pais e avós tiveram antigamente."

Érica ainda relembra que apesar da inovação ser tão presente na Empresa Municipal de Informática, é importante não deixar o passado de lado. "Para mim é um grande orgulho poder reviver o passado, resgatando uma ótima época. Ainda mais em um mundo onde a tecnologia avança de forma tão dinâmica, trazendo novidades mais modernas todos os dias."
Para quem se interessou pela exposição, ou queira fazer uma doação, Érica faz o convite: "Fiquem à vontade para conhecer o nosso acervo ou mesmo fazer doações. Recebemos todos os tipos de materiais de informática, desde que estejam em bom estado de conservação. Para quem deseja agendar uma visita da exposição, é importante destacar que ela é gratuita. Basta que o grupo interessado entre em contato conosco para fazermos o transporte do acervo. Levamos o número de peças de acordo com o espaço disponível para visitação."

publicado em




Contato para visitas ou doações:
Espaço-Museu da Tecnologia e Informação
Telefone: 3971-1216 / E-mail: acsiplan@iplanrio.rio.rj.gov.br
Embarque nesta viagem pela história da comunicação humana!










14.4.12

MD 5 caminhos para relacionamento online

Maneiras para atrair a atenção online do consumidor

Por Thierry Costa 
Quer maior engajamento por parte do consumidor? Personalize a sua experiência de busca
Sabe-se que a ferramenta de busca nos sites pode aumentar a conversão online de duas a três vezes. Se a Experiência do Cliente no seu site é personalizada, consequentemente esses números tendem a aumentar, assim como o engajamento deles com a sua marca. Uma vez mais engajado, o consumidor está mais apto a voltar a comprar no seu site, recomendá-lo para amigos, e até publicar itens a seu favor nas redes sociais.
A personalização das ferramentas de busca caminha junto com as outras maneiras de personalização que as pessoas estão experimentando, como as de localização, as de redes sociais, e os "assistentes de compras online", que sabem exatamente quais marcas o consumidor prefere, seu histórico de compras e até seu estilo.
Abaixo estão listadas cinco maneiras que garantem uma experiência de compra personalizada para o consumidor. Uma vez utilizadas, elas encorajam não somente o retorno ao seu site, mas também que eles comprem mais e mais vezes.
Disponibilize um histórico de busca: Uma lista de pesquisas recentes, ou histórico de pesquisa, é uma maneira de dizer "bem vindo de volta". Essa lista garante a seu consumidor que ele não precise lembrar o nome exato de um produto, além de ajudá-lo a recordar de uma busca já realizada, encorajando-o a finalizar a compra.
Permita uma seleção de preferência de marca/produto: Em sites que oferecem uma ampla gama de marcas, os consumidores podem encontrar mais facilmente o que procuram se houver a opção de selecionar suas marcas de preferência. Essas podem ser salvas para que, em buscas futuras, o consumidor não tenha que colocar esta informação novamente.
Geolocalizar os resultados de busca: Graças em parte, ao grande volume de uso de dispositivos móveis, os consumidores se acostumaram a ver informações que estão próximas de sua localização. É possível fazer a mesma personalização em sites, simplesmente pedindo aos compradores seu CEP ou endereço enquanto realizam uma pesquisa, assim, serão disponibilizadas apenas a informações que são relevantes para aquela determinada localização. Essa é uma ótima ferramenta se seu negócio apresenta uma loja física, na qual o consumidor pode buscar o que foi comprado, e onde é preciso saber se o artigo se encontra em estoque.
Incluir as redes sociais: Muitos sites estão começando a permitir que os visitantes usem o seu perfil do Facebook como login. Através dessa ferramenta, eles podem ver quem, de sua rede de contatos, "curtiu" um determinado produto. Num futuro próximo, é de se esperar que as redes sociais estejam mais conectadas ainda com as ferramentas de busca. Presume-se que, com o aumento de popularidade do Pinterest, esse seja incorporado às ferramentas de busca, desta maneira, serão disponibilizadas apenas resultados de pesquisa que os amigos do comprador já marcaram em seus pinboards individuais.
Personalização por dispositivo: Agora que os consumidores estão alternando muito rapidamente entre computador, tablet, laptop e smartphones, eles esperam que os sites que visitam se ajustem ao dispositivo em questão, e ainda ao local onde se encontram. Isso vai além da simples busca por celular – trata-se de entregar informações diferentes dependendo da localização do consumidor ou do dispositivo com o qual ele acessa o site.
Ao refinar os resultados de pesquisa em seu site, não se esqueça de considerar as ideias acima para criar uma experiência mais personalizada para seu consumidor. Toques pessoais, seja em resultados de busca ou outros esforços de marketing, ajudam a aproximar o consumidor de sua marca, e aumentam as chances do comprador clicar no botão de "adicionar ao carrinho de compras".

12.4.12

Comunicando bem!




Gosto muito desse filme da CreativeConspiracyCC. 
http://www.youtube.com/watch?v=LuVPnW0s3Vo&feature=player_embedded em12/04/2012

11.4.12

Mais Instagram

Brasileiro que ajudou a fundar o Facebook evita opinar sobre aquisição do Instagram

Eduardo Saverin se diz, entretanto, impressionado com a capacidade de uma empresa crescer tanto com uma equipe tão pequena

Tamanho do texto:

O brasileiro Eduardo Saverin, acionista de primeira hora do Facebook, divulgou em sua timeline nesta terça-feira (10) um gráfico do Business Insider que mostra a relação entre o crescimento do Instagram e seu reduzido número de funcionários. O investidor, que evitou opinar sobre a aquisição da empresa pelo Facebook, se disse impressionado com a capacidade da rede social de fotos crescer tanto, mesmo com uma equipe tão enxuta.

O gráfico mostra a evolução do número de usuários do Instagram comparando-a com a quantidade de funcionários. Quando tinha apenas dois membros na equipe (os dois co-fundadores), a rede conseguiu chegar a 5 milhões de cadastros. Hoje, com 10 pessoas na equipe, já são mais de 30 milhões de usuários.

Veja abaixo o gráfico (em inglês): 



Fernando Flessati
(021)97048109
Via IPad

9.3.12

Optimmus, com 3D

http://www.google.com.br/search?q=http://www.youtube.com/watch_popup%3Fv%3DXVTga6GmbGw%26vq%3Dmedium%23t%3D74&hl=pt&client=safari&tbo=d&biw=1024&bih=622&sa=X&ei=fHOlT8a_KIqS9gTe5piUAw&ved=0CBUQ6wYoAA

15.2.12

O futuro digital, segundo comScore

O artigo da comScore, uma das mais importantes consultorias midiaticas especializada em web do planeta traz luzes sobre o que nos espera em 2012, o futuro digital:
"Colocar o Futuro Digital em Foco - 5 Histórias que irão moldar os EUA Indústria Digital em 2012"
Por Sarah Radwanick - 10 fev 2012
comScore acaba de lançar seu 2012 EUA Futuro Digital no relatório Focus, que é cheio de dados interessantes que cobrem a indústria digital, incluindo meios de comunicação social, pesquisa, vídeo online, publicidade digital, celulares e e-commerce, incluindo uma análise do que significam essas tendências para o próximo ano. Este relatório é a próxima geração do nosso ano anterior Digital em comentário série relatório, que incidiu essencialmente no eventos do ano passado, ao passo que agora nos voltamos mais a nossa atenção para as implicações para o próximo ano e ajudar a trazer o futuro para o foco para o marketing digital .

12.2.12

Tecnologias e Ferramentas Estratégicas de Comunicação

Fernando Flessati, Terezinha Santos e Jorge Cunha e equipe da Tfs Comunicação / Maxpress/ BoxNet receberam no Auditorio João Saldanha, Sindicato dos Jornalistas varios profissionais da imprensa e comunicação onde foi debatido a questão da tecnologia e dos serviços profissionais disponíveis - Maxpress e Boxnet.
  
As jornalistas Mariana Duarte, Marcela Prior e Vanessa Freitas do Sistema Fecomercio, participaram do evento. Na foto Mariana recebe premiação da Pós Graduação da Universidade Gama Filho, representada pela Assistente de Marketing Catia Felix


Jorge Cunha e Terezinha Santos no encerramento do evento com Fernando Flessati
 http://www.maxpressnet.com.br/hotsite/tfs_maxpress/tfs_maxpress.html

9.12.11

Corra...

            No aeroporto, o pessoal estava na sala de espera aguardando a chamada para embarcar. Nisso aparece o Co-piloto, todo uniformizado, de óculos escuros e de bengala, tateando pelo caminho. A atendente da companhia o encaminha até o avião e assim que volta, explica que, apesar dele ser cego, é o melhor Co-piloto da companhia. Alguns minutos depois, chega outro funcionário também uniformizado,de óculos escuros, de bengala branca e amparado por duas aeromoças.

A atendente mais uma vez informa que, apesar dele ser cego, é o melhor piloto da empresa e, tanto ele quanto o Co-piloto, fazem a melhor dupla da companhia. Todos os passageiros embarcam no avião preocupados com os pilotos. O comandante avisa que o avião vai levantar vôo e começa a correr pela pista, cada vez com mais velocidade.. Todos os passageiros se olham, suando, com muito medo da situação. O avião vai aumentando a velocidade e nada de levantar vôo. A pista está quase acabando e nada do avião sair do chão. Todos começam a ficar cada vez mais preocupados. O avião correndo e a pista acabando. O desespero toma conta de todo mundo.

Começa uma gritaria histérica no avião. Nesse exato momento o avião decola, ganhando o céu e subindo suavemente.   O piloto vira para o Co-piloto e diz:

- Se algum dia o pessoal não gritar, a gente tá fudido!!!!!!

Moral:  OUVIR OS CLIENTES É FUNDAMENTAL!

Contribuição e pesquisa do Hilton Gouveia, da Univer Cidade

26.7.11

Comprando o tempo todo


Uma parceria da Wired com a Mastercard inovou a forma de realizar compras no iPad.
A partir de agora é possível comprar o que está anunciado em uma das páginas da revista sem precisar sair do aplicativo.
O serviço está disponível na edição de junho e é aberto a qualquer usuário.
Para comprar basta clicar na página desejada e um pop-up surge com as informações básicas do produto, preços e a opção de compra.
Informa http://www.mobilepedia.com.br/cases/wired-permite-comprar-direto-da-pagina-no-ipad/attachment/mcard

18.7.11

Exorcizando a propaganda

Este comercial realmente prende a atenção e fecha surpreendentemente. Assista e comente. 
                                                                                                                                                                              
Dirt Devil-The Exorcist from MrPrice2U on Vimeo.

7.6.11

Nas nuvens

Tudo nas nuvens é a palavra chave. Estamos todos nas nuvens, palavra de Jobs. Em outras palavras, o início da avatarização das nossas vidas. Apple saiu na frente e vai entregar no proximo mes. Microsoft mais pesada chegará depois com o win 8. Em outras palavras dê adeus para as suas pastinhas de musica, filmes e seu desktop maneiro. Subiu tudo!

8.5.11

Bela sacada!

Não torçam o nariz:Filme mãe cocacola com Wagner Moura foi uma sacada legal e homenagem as mães. Só marcas deste naipe podem brincar com esse tema.

13.3.11

Vaga para Analista de Marketing no Rio


Dica da Isabella Pimentel para o Networking Club Rio


Formação em Marketing, Publicidade, Desenho Industrial, Comunicação Social ou Jornalismo. Experiência mínima de 03 anos na função. Cursos na área de TI, tais como: Corel Draw, PhotoShop, Illustrator, etc. Inglês intermediário. Local de Atuação: Centro - RJ Enviar CV para andrea.lima@condornaoletal.com.br

4.3.11

A opinião é da personagem

Bobagem pura ficar critcando a opnião do mito Sandy contradidória a da pessoa Sandy. Na sociedade midiatica de consumo, onde tudo é transitório, a opinião da personagem é mais relevante pela força da difusão. Aplaudimos Zeca Pagodinho quando trocou uma desastrada marca de cerveja pela lider.Todos acharam que era a melhor decisão, há uns quatro carnavais atrás, vc deve se lembrar! Pelé sempre foi mais sábio q oÉdson ...

23.2.11

89 FM vira rádio da Nestlé a partir deste domingo

São Paulo - Conforme adiantado pelo Adnews em 1ª mão na semana passada, a rádio 89 FM e a Nestlé FAST formalizaram parceria de conteúdo. Com a mudança, a rádio ganhará um novo nome e slogan a partir de 27 de fevereiro: FAST 89 FM, a rádio no seu ritmo.

89 FM vira rádio da Nestlé a partir deste domingo

Enviado do aplicativo Exame para iPhone


Enviado via iPad

7.2.11

Superbowl, Teaser, Game e Comercial. Tudo isso no "One Epic Ride"

  Estratégia acertada de comunicação para o Superbowl oferece total interação com suas comunidades de clientes,  redes sociais e com todos ingredientes que uma media como Superbowl proporciona.

Enviado via iPad

17.1.11

REDES, RELACIONAMENTO & COMUNICAÇÃO: Vem aí Azerox.com

REDES, RELACIONAMENTO & COMUNICAÇÃO: Vem aí Azerox.com: "Mais um espaço para relacionamentos, no estilo microblog e com o diferencial de postagens sonoras. O lançamento da http..."

7.1.11

Vem ai o MINI CONECTED - pequeno grande carro

Uma boa campanha e um excelente carro, com direito a games de direcao.Quer mais: assista a campanha e compartilhe. Drive!
http://www.minispace.com/pt_br/article/mini-connected/456/

16.11.10

Jornalista homenageada pelo Marketing da UNIVER CIDADE


   Em recente evento realizado por alunos da Escola de Marketing, na matéria Direito do Consumidor, no Campus de Bonsucesso, a jornalista e editora do Jornal O Globo, Nadja Sampaio foi homenageada pela sua contribuição contínua a cidadania e a imprensa. Em seguida, proferiu palestra sobre os 20 anos do Código de Defesa do Consumidor. Fotos de Sérgio Pampolha. Cobertura de Imagem do Laboratorio da Univer Cidade.

14.11.10

OLHA NÓS NA GLOBO




RELACIONAMENTO e MARKETING: OLHA NÓS NA GLOBO: "A convite da coordenação de Infraestrutura da TV Globo, Marcia Rosina e Jadiel Guerra, fomos ao PROJAC, estudio cenográfico localizado na zona Oeste do Rio de Janeiro, conhecer o projeto de Responsabilidade Social da Rede Globo. Nossos alunos puderam ver na prática os elementos que compõem o sistema: a estação de tratamento e separação do lixo, a importância da geração de energia com 80% de recursos próprios e detalhes do tratamento e regeneração de detritos, agua e efluentes. Tudo com alta qualidade de desenvolvimento do trabalho.

Fotos Simone Chiapetta"

26.9.10

O QUARTO CURSO REDES SOCIAIS




Terminou ontem o IV Curso de Redes Sociais que tive mais uma vez o prazer de ministrar na Univer Cidade, RJ, para 28 jovens empreendedores, profissionais e universitários que vivenciaram nos laboratórios no Campus da Carioca todo ferramental mídia social e comunicação na web.

Entre as profissões abraçadas pelos universitários destaco: comunicação, publicidade, marketing, TI e direito. Obrigado a todos que referenciaram o curso a seus alunos. Contei com o super apoio da Extensão da Cidade, todo o time, especialmente da Raquel Silva e da coordenação do prof. Telson Pires. E a assistência do aluno Osmar Rodrigues, o Osmarmkt.Valeu turma!

20.9.10

Forza BMW

Tudo que é musica aos seus ouvidos a 250 km/hora, testando uma Ferrari pode ser substituido pela qualidade, silêncio, segurança e conforto BMW... Forza! Segundo o site Brainstorming#9 " www.brainstorming9.com.br